Combinando materiais luxuosos e industriais, denunciando a “fetichização” da beleza e os padrões de consumo sexistas, as paletas de maquilhagem de Sylvie Fleury convidam a entrar nos balcões do Le Régulateur. “É mais do que um relógio feminino?”. A resposta está na pergunta… e na maneira como define e transforma a realidade. Sylvie Fleury acredita que a liberdade é um espaço que pode ser conquistado. Desde a sua estreia que tem vindo a rever os mecanismos do desejo e do poder, afirmando que pode ocupar o seu lugar dentro dos estereótipos. Ela lembra-nos que está tudo disponível para tentarmos moldar a nossa imagem e as nossas vidas com coragem e prazer.
Desde 2018 que Sylvie transforma paletas de maquilhagem em obras de arte monumentais. Ela desdobra os tons e tonalidades dos pós em impressionantes “telas com formas”. As suas pinturas em telas recortadas tomam a forma das embalagens originais destes objetos de consumo quotidiano. Desta forma, os produtos de beleza passam a fazer parte da história da pintura abstrata. A questão da pintura assume uma qualidade familiar e quotidiana. A radicalidade da pintura está ligada a questões de autoafirmação. Aqui, no mostrador redondo do relógio, a ousadia torna-se uma das grandes potências do relógio. Por vezes, a vida pode ser tão colorida quanto gostaríamos que fosse.
Paleta de Sombras Le Régulateur Louis Erard x Sylvie Fleury
Emoldurado por uma caixa de aço inoxidável PVD preto de 39 mm, o mostrador preto polido e a pulseira de couro preto brilhante fazem lembrar a caixa envernizada de paletas de maquilhagem que inspirou Sylvie Fleury. O emblemático “design de três ponteiros em linha” do Le Régulateur é adornado com tons de coral para as horas às 12 horas e uma tonalidade magenta mate para os segundos às 6 horas. A colaboração Sylvie Fleury x Louis Erard é destacada no mostrador numa escrita discreta tom sobre tom.
A visão de Sylvie incorpora perfeitamente a visão que Manuel Emch tem incutido na cultura da marca que dirige, Louis Erard, nos últimos cinco anos: “Através das suas criações, Sylvie Fleury afirma o poder da arte de provocar, questionar e abalar o status quo. Ela é muito mais do que uma artista que eu admiro e que me inspira, ela é uma amiga. A força da nossa colaboração é uma ‘mixtape da existência’, uma coleção de experiências de vida partilhadas e individuais que moldam a existência humana”, assume Manuel Emch.






